A posição é calculada no mesmo referencial e setor. As carreiras e a avaliação anterior não são misturadas.
O Analisador profissional utiliza quatro referenciais por carreira: Gestão (Liderança), Técnica (Liderança), Staff e Técnico (Operacional). A progressão das linhas do guia foi adotada como regra de produto: sete níveis nas três primeiras carreiras e cinco na operacional. O formulário comparativo apresenta 48 pares, em 12 blocos de quatro linhas. Cada linha exige uma posição de 1 a 5 entre duas afirmações; a posição 3 representa equilíbrio, sem receber automaticamente uma nota média. A ordem, as combinações e os lados variam entre aplicações, com o mesmo pacote preservado na retomada.
Somente contrastes dentro da mesma competência entram no índice provisório. A predominância do comportamento alinhado ao guia recebe apoio relativo de 1, 0,75, 0,25 ou 0, conforme a direção e a posição escolhida. O peso é a posição da descrição no guia; a posição central não fornece evidência direcional. Comparações entre competências de outras carreiras são complementares e não atribuem notas opostas a competências distintas. Exigem-se ao menos cinco de seis contrastes direcionais e 75% do peso observado em cada competência. O nível indicado normaliza a média ponderada observada para a referência da carreira; o Score é a média das competências em 0–100, arredondada a uma casa. O intervalo de cobertura inclui as respostas centrais ainda indeterminadas e não é um intervalo estatístico.
Faixas provisórias: abaixo de 25% — Em desenvolvimento; de 25% a menos de 50% — Pleno; de 50% a menos de 75% — Sênior; de 75% a 100% — Talento. Gap é a diferença entre a referência máxima da carreira e o nível indicado. Evidência insuficiente ou uma única posição usada em todas as respostas impede a faixa global e preserva o Score anterior, sem indicar fraude. Essas faixas não certificam senioridade, não são percentis de mercado e não têm validação psicométrica confirmada. A versão anterior de 12 dimensões permanece no histórico e não é convertida.
Fonte de conteúdo: guia de Competências e Comportamentos organizacionais da Vale (2017), fornecido pelo responsável pelo produto. Método: paired-criterion-v2. A aplicação inicial permite uma única repetição; depois, cada nova aplicação fica disponível seis meses após a última conclusão, sem nova repetição extra. Trocar a carreira ou reiniciar a página não renova essa cota. O histórico mantém as versões anteriores sem conversão. São necessárias amostra, análise dos itens e validação para divulgar confiabilidade, IRT, validade preditiva ou benchmark estatístico.
- Cronbach, L.J. (1951). Coefficient alpha and the internal structure of tests. Psychometrika, 16, 297–334. Referência para estimar consistência interna a partir de dados amostrais; não é uma validação automática do Score Axian.
- Schmidt, F.L. & Hunter, J.E. (1998). The validity and utility of selection methods in personnel psychology. Psychological Bulletin, 124, 262–274. Contextualiza validade preditiva em seleção, mas não valida este instrumento.
- McDaniel, M.A., Hartman, N.S., Whetzel, D.L. & Grubb, W.L. (2007). Situational judgment tests, response instructions, and validity: A meta-analysis. Personnel Psychology, 60, 63–91.
- Lord, F.M. (1980). Applications of item response theory to practical testing problems. Lawrence Erlbaum. Fundamenta IRT, cuja adoção pelo Axian depende de calibração empírica dos parâmetros dos itens.