A posição é calculada no mesmo referencial e setor. As carreiras e a avaliação anterior não são misturadas.
O Analisador profissional utiliza quatro referenciais por carreira: Gestão (Liderança), Técnica (Liderança), Staff e Técnico (Operacional). A progressão das linhas do guia foi adotada como regra de produto: sete níveis nas três primeiras carreiras e cinco na operacional. Cada resposta de frequência vale de 0 a 4; o peso do item do guia é sua posição na progressão. Cada item cruzado tem o peso médio das posições da competência, e os itens de direção oposta são invertidos no servidor. A média ponderada é normalizada para o nível máximo da competência. O Score é a média das competências normalizadas na escala de 0 a 100, com uma casa decimal. As competências têm o mesmo peso na média final.
Faixas provisórias: abaixo de 25% — Em desenvolvimento; de 25% a menos de 50% — Pleno; de 50% a menos de 75% — Sênior; de 75% a 100% — Talento. Gap é a diferença entre a referência máxima da carreira e o nível indicado. “Não se aplica” deixa a competência sem nota; havendo uma competência sem nota, não há faixa global nem substituição do Score anterior. Essas faixas não certificam senioridade, não são percentis de mercado e não têm validação psicométrica confirmada. A versão anterior de 12 dimensões permanece no histórico e não é convertida.
Fonte de conteúdo: guia de Competências e Comportamentos organizacionais da Vale (2017), fornecido pelo responsável pelo produto. Método: guide-ordinal-criterion-v1. A primeira aplicação deste novo instrumento cria sua própria referência; as repetições seguintes respeitam o intervalo mensal. São necessárias amostra, análise dos itens e validação para divulgar confiabilidade, IRT, validade preditiva ou benchmark estatístico.
- Cronbach, L.J. (1951). Coefficient alpha and the internal structure of tests. Psychometrika, 16, 297–334. Referência para estimar consistência interna a partir de dados amostrais; não é uma validação automática do Score Axian.
- Schmidt, F.L. & Hunter, J.E. (1998). The validity and utility of selection methods in personnel psychology. Psychological Bulletin, 124, 262–274. Contextualiza validade preditiva em seleção, mas não valida este instrumento.
- McDaniel, M.A., Hartman, N.S., Whetzel, D.L. & Grubb, W.L. (2007). Situational judgment tests, response instructions, and validity: A meta-analysis. Personnel Psychology, 60, 63–91.
- Lord, F.M. (1980). Applications of item response theory to practical testing problems. Lawrence Erlbaum. Fundamenta IRT, cuja adoção pelo Axian depende de calibração empírica dos parâmetros dos itens.